Joaquim Cunha foi o convidado do programa de debate com telespectadores "Opinião Pública" cujo tem era o novo Código Contributivo, emitido pela SIC-Notícias entre as 17 e 18 horas de 5a feira, 26 de Novembro.
Houve uma maioria esmagadora de participantes que perfilharam as opiniões de Joaquim Cunha, e a votação dos telespectadores sobre o SIM ou NÃO à entrada em vigor deste agravamento fiscal teve o resultado esmagador de 95% de telespectadores contra!
sábado, 28 de novembro de 2009
NOTÍCIA DO i SOBRE AGRAVAMENTO FISCAL
A posição da PME-Portugal e a coincidência de quase todos os empresários ouvidos sobre a irrazoabilidade de agravar a carga fiscal. Resta agora saber o que acontecerá com o novo código contributivo!
26 de Novembro de 2009
26 de Novembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nova Contabilidade ameaça milhares de empresas
Empresas ainda não estão preparadas para mudança para novo sistema de contas e 70% correm o risco de ser multadas. Mais de 30 mil técnicos de contas estão a receber formação técnica. Mais de 70% das empresas portuguesas correm o risco de sofrerem coimas da Comissão de Normalização Contabilística, entre os 500 euros e 15 mil euros. Em causa está a passagem do Plano Oficial de Contas, (POC) para o Sistema de Normalização Contabílistica (SNC), obrigatório a partir de 1 de Janeiro de 2010, e que poderá resultar em deficiências na contabilidade, segundo um inquérito efectuado por um gabinete de gestão a 300 sociedades.
A maioria das empresas não estão tecnicamente preparadas" para mudar de sistema, afirma José Pedro Farinha, um especialista que coordenou o inquérito, entre Julho e Setembro deste ano. O problema é que os técnicos não estão suficientemente informados do novo sistema de contas "baseado em princípios económicos e não em regras" como o POC, datado de 1977, afirma Pedro Farinha.
O valor das empresas também poderá ser afectado. "Os problemas vão surgir no balanço, nos activos", afirma o especialista que está a dar formação a técnicos de contas em todo o país. "Em 2006, quando as empresas cotadas aplicaram as novas regras", afirma, "viram os seus capitais próprios perder valor". Isto porque reconheceram no balanço "perdas por imparidade em excesso". Ou seja, tal como sucedeu com as cotadas na Bolsa, teme-se agora que o valor real dos bens seja inferior ao valor contabilístico.
"As empresas portuguesas, em geral, não estão preparadas", para esta mudança, reconhece Joaquim Rocha da Cunha, da Associação PME Portugal, admitindo que a "maioria das empresas desconhece" as implicações da mudança de sistema contabilístico. "Espero que haja bom senso na forma como o acompanhamento será feito", diz, referindo-se à forte possibilidade de aplicação de coimas pesadas.
A Câmara dos Técnicos Oficiais de Conta (CTOC), a maior associação profissional do país, desvaloriza este impacte das coimas aplicadas pela Comissão de Normalização Contabilística, mas, no terreno, em todo o país, está a dar formação gratuita a 33 700 técnicos de contabilidade.
Domingues Azevedo, presidente dos CTOC, reconhece que as "mudanças exigem esforços redobrados" , mas avisa que a "Câmara não está disponível para adiamentos" da entrada em vigor do novo sistema de contabilidade. Só em Lisboa, cerca de nove mil quadros estão actualmente a ser alvo de acções de formação.
"Nesta fase inicial poderão surgir algumas dificuldades dos profissionais, mas isso é normal", considera. Domingues Azevedo admite também que, "nesta fase de transição", possa "vir a verificar-se balanços com custos acrescidos" ou "alterações nos capitais próprios" das empresas. Com o novo sistema "umas empresas irão beneficiar, outras vão ver diminuir os capitais próprios", resume o presidente dos CTOC.
Gestores, administradores e técnicos de contabilidade terão também de mudar de "linguagem". Por exemplo, o "imobilizado" desaparece do dicionário da contabilidade e, em substituição, surge o "investimento". O termo "disponibilidades" é, também, para apagar e surge agora os "meios financeiros líquidos". Um modelo novo que promete dar muitas dores-de-cabeça.
PME-Portugal
A maioria das empresas não estão tecnicamente preparadas" para mudar de sistema, afirma José Pedro Farinha, um especialista que coordenou o inquérito, entre Julho e Setembro deste ano. O problema é que os técnicos não estão suficientemente informados do novo sistema de contas "baseado em princípios económicos e não em regras" como o POC, datado de 1977, afirma Pedro Farinha.
O valor das empresas também poderá ser afectado. "Os problemas vão surgir no balanço, nos activos", afirma o especialista que está a dar formação a técnicos de contas em todo o país. "Em 2006, quando as empresas cotadas aplicaram as novas regras", afirma, "viram os seus capitais próprios perder valor". Isto porque reconheceram no balanço "perdas por imparidade em excesso". Ou seja, tal como sucedeu com as cotadas na Bolsa, teme-se agora que o valor real dos bens seja inferior ao valor contabilístico.
"As empresas portuguesas, em geral, não estão preparadas", para esta mudança, reconhece Joaquim Rocha da Cunha, da Associação PME Portugal, admitindo que a "maioria das empresas desconhece" as implicações da mudança de sistema contabilístico. "Espero que haja bom senso na forma como o acompanhamento será feito", diz, referindo-se à forte possibilidade de aplicação de coimas pesadas.
A Câmara dos Técnicos Oficiais de Conta (CTOC), a maior associação profissional do país, desvaloriza este impacte das coimas aplicadas pela Comissão de Normalização Contabilística, mas, no terreno, em todo o país, está a dar formação gratuita a 33 700 técnicos de contabilidade.
Domingues Azevedo, presidente dos CTOC, reconhece que as "mudanças exigem esforços redobrados" , mas avisa que a "Câmara não está disponível para adiamentos" da entrada em vigor do novo sistema de contabilidade. Só em Lisboa, cerca de nove mil quadros estão actualmente a ser alvo de acções de formação.
"Nesta fase inicial poderão surgir algumas dificuldades dos profissionais, mas isso é normal", considera. Domingues Azevedo admite também que, "nesta fase de transição", possa "vir a verificar-se balanços com custos acrescidos" ou "alterações nos capitais próprios" das empresas. Com o novo sistema "umas empresas irão beneficiar, outras vão ver diminuir os capitais próprios", resume o presidente dos CTOC.
Gestores, administradores e técnicos de contabilidade terão também de mudar de "linguagem". Por exemplo, o "imobilizado" desaparece do dicionário da contabilidade e, em substituição, surge o "investimento". O termo "disponibilidades" é, também, para apagar e surge agora os "meios financeiros líquidos". Um modelo novo que promete dar muitas dores-de-cabeça.
PME-Portugal
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Empresas descontentes com apoio do Estado
Três em cada quatro gestores de Pequenas e Médias Empresas (PME) reprovam o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e não se revêem nas ajudas disponíveis, concluiu um inquérito efectuado pela associação que representa aquelas entidades. Segundo os dados preliminares do inquérito ontem divulgados pela Associação PME Portugal, "75,7 por cento dos empresários reprovam o quadro de apoios comunitários disponível para as empresas e não se revêem" nas ajudas.Por outro lado, a maioria dos 3.165 gestores que responderam (num universo de 300.000 empresas) estão "totalmente insatisfeitos com vários aspectos dos apoios comunitários a PME", como a informação disponível, a legislação, regras de elegibilidade de despesa ou as grelhas de análise dos projectos.Cerca de 47 por cento dos inquiridos no trabalho coordenado por Lurdes Mota Campos consideram o QREN "desajustado das necessidades das empresas".As respostas ao inquérito mostram que 33 por cento das empresas têm uma actuação internacional e seis em cada 10 facturam mais de 500 mil euros."A vocação internacional e as vendas demonstram que as PME têm mais solidez do que aquilo que seria expectável encontrar no universo das PME nacionais", conclui a associação. Quase oito em cada 10 empresas inquiridas não apresentou qualquer candidatura ao QREN. Entre as que não o fizeram, 62,7 por cento não estão a ponderar candidatar-se a fundos comunitários.
Maioria das PME reprova QREN
Um inquérito efectuado pela Associação PME-Portugal revelou que três em cada quatro gestores de Pequenas e Médias Empresas (PME) reprovam o Quadro de Referência de Estratégia Nacional (QREN) e não se revêem nas ajudas disponíveis.
De acordo com os dados apurados, ontem divulgados pela Associação PME, a maioria dos 3160 gestores que responderam ( num universo de 30 mil empresas) estão “ totalmente insatisfeitos com vários aspectos dos apoios comunitários a PME”, como a informação disponível, a legislação, regras de elegibilidade de despesa ou as grelhas de análise dos projectos.
Cerca de 47% dos inquiridos consideram o QREN “desajustado das necessidades das empresas” nacionais.
As respostas obtidas nesse inquérito, revelam que 33% das empresas têm uma actuação internacional e seis em cada dez facturam mais de 500 mil euros. “ A vocação internacional e as vendas demonstram que as PME têm mais solidez do que aquilo que seria expectável encontrar no universo das PME nacionais”, conclui a Associação.
Acrescentando ainda, que quase oito em cada dez empresas inquiridas não apresentou candidatura ao QREN. Das que fizeram 62,7% não pondera candidatar-se a fundos comunitários.
Fonte: Jornal de Noticias
De acordo com os dados apurados, ontem divulgados pela Associação PME, a maioria dos 3160 gestores que responderam ( num universo de 30 mil empresas) estão “ totalmente insatisfeitos com vários aspectos dos apoios comunitários a PME”, como a informação disponível, a legislação, regras de elegibilidade de despesa ou as grelhas de análise dos projectos.
Cerca de 47% dos inquiridos consideram o QREN “desajustado das necessidades das empresas” nacionais.
As respostas obtidas nesse inquérito, revelam que 33% das empresas têm uma actuação internacional e seis em cada dez facturam mais de 500 mil euros. “ A vocação internacional e as vendas demonstram que as PME têm mais solidez do que aquilo que seria expectável encontrar no universo das PME nacionais”, conclui a Associação.
Acrescentando ainda, que quase oito em cada dez empresas inquiridas não apresentou candidatura ao QREN. Das que fizeram 62,7% não pondera candidatar-se a fundos comunitários.
Fonte: Jornal de Noticias
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
SIC : PME Portugal abre Debate sobre Fecho de Empresas no "Opinião Pública"
SIC Notícias, 17 horas, 16 Setembro
Publicação: 16-09-2009 16:22 | Última actualização: 16-09-2009 16:24
Fecho e criação de empresas
Portugal perdeu 17 mil empresas portuguesas no último ano. De acordo com a consultora D&B, fecharam 50 mil e foram criadas 33 mil. O Governo recusa associar estes números à crise internacional. Em comunicado, esclarece que das 35 mil empresas extintas, a larga maioria existia apenas formalmente, mas há vários anos que não tinham actividade efectiva.
Publicação: 16-09-2009 16:22 | Última actualização: 16-09-2009 16:24
Fecho e criação de empresas
Portugal perdeu 17 mil empresas portuguesas no último ano. De acordo com a consultora D&B, fecharam 50 mil e foram criadas 33 mil. O Governo recusa associar estes números à crise internacional. Em comunicado, esclarece que das 35 mil empresas extintas, a larga maioria existia apenas formalmente, mas há vários anos que não tinham actividade efectiva.
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