domingo, 13 de dezembro de 2009

ELEIÇÕES PARA O TRIÉNIO 2010-2013

Realizam-se na próxima quinta-feira, eleições gerais para os orgãos sociais da PME-Portugal.

A Direcção cessante apela à participação e ao voto, e para o efeito, disponibilizou mesas de voto que funcionarão nas instalações da Associação em Lisboa, Porto e Braga, e que estarão abertas das 10 ás 18 horas, com pausa para almoço.

Joaquim Rocha da Cunha, é mandatário de uma lista para os orgãos sociais, mas apela aos associados para se candidatarem, designadamente a título individual ao Conselho Nacional de PME.

Nas eleições anteriores, realizadas em 2006, foi eleita por quase 500 votos a lista única englobando mais de 75 candidatos à Assembleia-Geral, à Direcção Nacional, ao conselho Fiscal e ao Conselho Nacional de PME.

Revisão de Estatutos e Voto de louvor á Direcção

Realizou-se no passado dia 11 de Dezembro, uma Assembleia-Geral que aprovou por unanimidade um conjunto de medidas asociativas tais como:
1. Revisão Estatutária.
2. Relatórios de Actividades e Gestão.
3. Voto de louvor á Direcção cessante.

A reunião bastante participada, iniciou-se pelas 10 da manhã e terminou ás 12:00, tendo-se seguido um almoço de actuais e futuros dirigentes.

Jornal de Negócios sobre Crédito ás PME

Empresas dizem que Estado está a absorver o crédito
As necessidades de financiamento do Estado estão a dificultar ainda mais o acesso ao crédito sobretudo das Pequenas e Médias Empresas (PME), visto que o que existe está a ser absorvido pela Administração Pública e pelos grandes projectos.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

XIX Seminário Ibero-Americano de TOCs

O Presidente da Direcção, Joaquim Cunha, é o orador palestrante no painel "informação financeira para PME", organizado pela CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, em Lisboa.

sábado, 28 de novembro de 2009

PME-PORTUGAL na SIC-NOTÍCIAS

Joaquim Cunha foi o convidado do programa de debate com telespectadores "Opinião Pública" cujo tem era o novo Código Contributivo, emitido pela SIC-Notícias entre as 17 e 18 horas de 5a feira, 26 de Novembro.
Houve uma maioria esmagadora de participantes que perfilharam as opiniões de Joaquim Cunha, e a votação dos telespectadores sobre o SIM ou NÃO à entrada em vigor deste agravamento fiscal teve o resultado esmagador de 95% de telespectadores contra!

NOTÍCIA DO i SOBRE AGRAVAMENTO FISCAL

A posição da PME-Portugal e a coincidência de quase todos os empresários ouvidos sobre a irrazoabilidade de agravar a carga fiscal. Resta agora saber o que acontecerá com o novo código contributivo!
26 de Novembro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Nova Contabilidade ameaça milhares de empresas

Empresas ainda não estão preparadas para mudança para novo sistema de contas e 70% correm o risco de ser multadas. Mais de 30 mil técnicos de contas estão a receber formação técnica. Mais de 70% das empresas portuguesas correm o risco de sofrerem coimas da Comissão de Normalização Contabilística, entre os 500 euros e 15 mil euros. Em causa está a passagem do Plano Oficial de Contas, (POC) para o Sistema de Normalização Contabílistica (SNC), obrigatório a partir de 1 de Janeiro de 2010, e que poderá resultar em deficiências na contabilidade, segundo um inquérito efectuado por um gabinete de gestão a 300 sociedades.

A maioria das empresas não estão tecnicamente preparadas" para mudar de sistema, afirma José Pedro Farinha, um especialista que coordenou o inquérito, entre Julho e Setembro deste ano. O problema é que os técnicos não estão suficientemente informados do novo sistema de contas "baseado em princípios económicos e não em regras" como o POC, datado de 1977, afirma Pedro Farinha.
O valor das empresas também poderá ser afectado. "Os problemas vão surgir no balanço, nos activos", afirma o especialista que está a dar formação a técnicos de contas em todo o país. "Em 2006, quando as empresas cotadas aplicaram as novas regras", afirma, "viram os seus capitais próprios perder valor". Isto porque reconheceram no balanço "perdas por imparidade em excesso". Ou seja, tal como sucedeu com as cotadas na Bolsa, teme-se agora que o valor real dos bens seja inferior ao valor contabilístico.
"As empresas portuguesas, em geral, não estão preparadas", para esta mudança, reconhece Joaquim Rocha da Cunha, da Associação PME Portugal, admitindo que a "maioria das empresas desconhece" as implicações da mudança de sistema contabilístico. "Espero que haja bom senso na forma como o acompanhamento será feito", diz, referindo-se à forte possibilidade de aplicação de coimas pesadas.
A Câmara dos Técnicos Oficiais de Conta (CTOC), a maior associação profissional do país, desvaloriza este impacte das coimas aplicadas pela Comissão de Normalização Contabilística, mas, no terreno, em todo o país, está a dar formação gratuita a 33 700 técnicos de contabilidade.
Domingues Azevedo, presidente dos CTOC, reconhece que as "mudanças exigem esforços redobrados" , mas avisa que a "Câmara não está disponível para adiamentos" da entrada em vigor do novo sistema de contabilidade. Só em Lisboa, cerca de nove mil quadros estão actualmente a ser alvo de acções de formação.
"Nesta fase inicial poderão surgir algumas dificuldades dos profissionais, mas isso é normal", considera. Domingues Azevedo admite também que, "nesta fase de transição", possa "vir a verificar-se balanços com custos acrescidos" ou "alterações nos capitais próprios" das empresas. Com o novo sistema "umas empresas irão beneficiar, outras vão ver diminuir os capitais próprios", resume o presidente dos CTOC.
Gestores, administradores e técnicos de contabilidade terão também de mudar de "linguagem". Por exemplo, o "imobilizado" desaparece do dicionário da contabilidade e, em substituição, surge o "investimento". O termo "disponibilidades" é, também, para apagar e surge agora os "meios financeiros líquidos". Um modelo novo que promete dar muitas dores-de-cabeça.

PME-Portugal